domingo, 27 de janeiro de 2008

Inside me!



ITS YOUR LOVE THAT I'M WAITING ON
ITS MY LOVE THAT YOU'RE RUNNING FROM



O amor é universal e o coração é oriental.

É vã a vontade e o desejo do entendimento. O sentir é necessário e o viver urgente. Curioso - e curiosas são várias as coisas no estágio em questão - como os acordes tocam o coração e fazem pensar o sentimento da espera. Interlocutor invisível e declarações a esse amor invisível chegam a ser ofuscantes. Amar quem não se sabe quem e viver vã - ou ingenuamente talvez - a espera desse amor, materializado por fim, interagindo de fato com toda a paixão em forma de canção, com todos os versos na forma de amor.

Infinito querer que pede a urgência no atendimendo da súplica depois da comprovação de quão breve é a vida. O racional e o emocional como sempre a conflitar-se, fazem duvidar do que adiante está. Coração devia falar só com o coração e a verdade ocupar o primeiro lugar no pódium, constituir-se a máxima das máximas e desejar as figuras e imagens de um futuro bom. Bom demais o que se prenuncia, bom demais se abster do orgulho e ver entre os trancos e barrancos que o amor pode sim existir, que o filho, sim, pode nascer, que o sorriso sim pode acontecer e que as vidas podem se juntar. Os pensamentos são muitos, os desejos mais ainda e a dúvida confunde-se aos olhos dos outros com a intromissão da razão e do orgulho. Se tudo for mesmo lindo e promissor como tem se mostrado, a vida é breve e I don't wanna waiting in vain for your love.

Because this love is here. It's here inside me!

Vamos viajar, vamos correr, vamos fugir, mas na verdade nos escontrar. Encontrarmos bem longe das incertezas, das dúvidas e do excesso de razão que se fez muro vez ou outra e que enganaram - também - vez ou outra. Bom é tornar esse sentimento grande. Não iludidamente grande, mas declaradamente grande e louco, capaz de loucuras várias e pudores mínimos. Porque os corações se conhecem e os olhares se enfrentam da maneira única de ser e de acontecer. Corações que nem sempre andaram lado a lado com a bagagem de expectativas e quereres, mas que, depois de tanto tempo, comungam a vontade de tornar real. A espera é grande, espera agiganta também o que há por vir e fazem brotar as flores de primavera. As sinfonias parecem ter sentido e aquecem o coração para aquilo que, depois de prometido e prometido e querido e almejado e desejado está a vir acontecer. As vontades parecem mais honestas e o desejo de estar junto, declaradamente materializado e presente. A saudade não é ruim.. é boa, insitentemente boa. A imaginação acontece diante de tantas vontades e tantos desejos. E o refúgio cada vez mais próximo. Se tudo isso não for verdade..... vou querer um coração, ocidental. Se bem que, vivendo toda a doçura do amor que prenuncia, do carinho que anuncia, do cuidado que cumprimenta, da dedicação que promete chegar, que promete acontecer, que jura existir, que se veste, que fala, que diz "cá estou a seu dispor" não há espaço para cogitações, dúvidas, orgulhos ou arrependimentos. Quero o vocabulário mais bonito, mais sincero e mais verdadeiro para significar as boas sensações do coração que pulsa, que quer e é capaz de loucuras várias pra chegar onde quer chegar. E a vida é breve. E a espera saudável. E os desejos muitos, e a vontade louca, e o querer persistente e tudo, tudo,tudo, calculadamente lindo!

Porque tudo fica sério - e lindo - com o tempo... com o tempo da espera!

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