segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

um sopro de vida...



É... a noite chega, o refletir perpetuou o dia e a continuação da reflexão não me é poupada no iniciar do sonho.. Sonhos de olhos fechados tão somente, pois os de olhos abertos não desacompanham jamais. O cair da noite vem com tranquilidade. Tranquilidade e calmaria proporcionada pelo riso e pela possibilidade da continuidade. Continuidade sobrescrita de saudade que jamais se esvai. O compilar lembranças que me inquietou desde o despertar não virá nesse post da mesma forma. Se que cada um reflete suas dores à sua forma, eis aí um direito , uma liberdade, e minha é tão somente minha como a dos outros somente a dos outros. Opinião e sentimento é bem particular, é fato. Mas fato também é que jamais será meu desejo juntar todas minhas lembranças por vários motivos: primeiro que eu as quero bem espalhadas, para que assim eu jamais veja um limite, um fim, e possa encontrá-las inesperadamente por toda parte; Segundo porque minhas lembranças jamais serão de outrem, pois signo nenhum chega do lado de lá da mesma forma. Significantes são arbitrários e convencionalizados. Mas significados são bem particulares, individuais e subjetivos. Algo se quebra e eu sou certa de que a lembraça só conseguirá, dessa forma, enfraquecer. Fraqueza humana, creio eu, aderir a certos comportamentos. Não julgo! Apenas não acredito. Mas é uma opinião que basta ao coração que vos fala... Não vem ao caso.
Enfim... Menos medo, mais paz e mais saudade é o que há de mais instantâneo e inédito. A certeza do amor cada vez mais forte e clara e o fragmento de vida que deixado em minha vida me garante um riso, uma admiração, e também mais um sopro de vida.. sem compilar nada... tudo solto, bem solto por aí...


"O que eu fiz pra você me amar tanto assim? Quem eu sou para que lembres de mim. Teu amor em todo tempo é fiel, mesmo que todo tempo eu não mereça..."

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