
Capacidade de síntese já me foi poupada desde que o mundo é mundo e desde que me entendo por gente. E tudo, em termo de linguagem, cabe ressaltar, que penso e falo e sinto sempre toma uma abrangência grande demais, maior até do que eu possa duvidar. Prender tamanho pensamento em signo é complicado e diante da alegria que me acompanha e se vislumbra em vários âmbitos, esse emaranhado todo, para não contrariar a regra, não se deixa também passível de agreagação.
O que é digno de reflexão agora e de aprisionamento e de conversão em palavras é a constatação, dessa vez não vã, mas bem sucedida, de que o momento de mudança é rico e que tais mudanças resolvem dizer "bom dia". Com cada dia que se segue me vem a comprovação prática e nítida e cada vez mais clara de que os bons fuidos não me são de todo poupados, nunca foram, e que todo o querer sincero de um coração é permitido.
Nisso, o que me rende o riso é a capacidade de amar, a capacidade de abrir o coração para o amor que se aproxima e como também o empenho em melhorar o amor que já se tem. "Porque de nada adianta a gente amar e não sonhar.. E não sonhar em estar junto"...
sei que quando estou feliz falo por enigmas e me rendo à abstração [quando não estou também...?!] , mas, por outro lado, contudo, todavia, tendo tantas linguagens ao inteiro dispor, a felicidade desse coração já é clara por demais.
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