
Insanidade mental!
N sei o que irei escrever, muito menos para que escrever se ninguém vai ler mesmo.. Vício que é vício não se explica.. Hoje sinto coisas malucas, coisas estranhas, uma nostalgia que confunde, misturada a uma sede de futuro e possibilidades. A crise existencial entre o que se era e o que se é ou que de fato tornar-se-á. Faço, não faço, digo não digo e mediante a essa maré de interrogations fica a dúvida. Duvida até da própria dúvida..
Anseio um futuro que eu tenho a absoluta certeza de virá, mas por outro lado o mergulho brusco no desconhecido entontece.. É como se a correnteza trouxesse de volta a ao porto quando se sabe que o barco quer a tempestade. Pego o telefone e ligo? Ou fico na espera do que a vida vai me presentear? Audácia achar que os vetores da vida hão de se manifestar. E depois vem um instante de sanidade mental puxar-me de volta ao chão ao som do "Você é muito besta!". E eu caio na risada... Sei não.. Pior do que monólogos internos são diálogos, triálogos, conferências entre eus que se subdivide na composicção do que se ousa chamar sutilmente de um. Guerreiro tem de ir a luta..
n sei ... n sei ... nao sei... Essa é a única expressão que de fato sei.. O que sei também é que se deixar o pensamento se agarrar a essas palavras vazias de significado, significância nenhuma sera encontrada... Trabalho vão! Quer mesmo é ver o sentimento se materializar.. E os sonhos se materializarem, e o futuro seguir...
Escrito por Carol às 16:20:17
N sei o que irei escrever, muito menos para que escrever se ninguém vai ler mesmo.. Vício que é vício não se explica.. Hoje sinto coisas malucas, coisas estranhas, uma nostalgia que confunde, misturada a uma sede de futuro e possibilidades. A crise existencial entre o que se era e o que se é ou que de fato tornar-se-á. Faço, não faço, digo não digo e mediante a essa maré de interrogations fica a dúvida. Duvida até da própria dúvida..
Anseio um futuro que eu tenho a absoluta certeza de virá, mas por outro lado o mergulho brusco no desconhecido entontece.. É como se a correnteza trouxesse de volta a ao porto quando se sabe que o barco quer a tempestade. Pego o telefone e ligo? Ou fico na espera do que a vida vai me presentear? Audácia achar que os vetores da vida hão de se manifestar. E depois vem um instante de sanidade mental puxar-me de volta ao chão ao som do "Você é muito besta!". E eu caio na risada... Sei não.. Pior do que monólogos internos são diálogos, triálogos, conferências entre eus que se subdivide na composicção do que se ousa chamar sutilmente de um. Guerreiro tem de ir a luta..
n sei ... n sei ... nao sei... Essa é a única expressão que de fato sei.. O que sei também é que se deixar o pensamento se agarrar a essas palavras vazias de significado, significância nenhuma sera encontrada... Trabalho vão! Quer mesmo é ver o sentimento se materializar.. E os sonhos se materializarem, e o futuro seguir...
Escrito por Carol às 16:20:17
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