terça-feira, 15 de janeiro de 2008

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tempo não se perde duas vezes em 10/9/2006 17:42

Eu havia escrito tanto e relido tanto e pensado tanto para um post que nem existe mais. Não sei se muito há de filosófico em dizer que tempo não se perde duas vezes tentando resgatar a mesma coisa, até mesmo porque em matéria de pensar e sentir o resgate é uma mentira.. Na saudade do não sei o que do devaneio que não existe mais e que finaliza o post que nem começou. Ou melhor, que começou e terminou sem conseguir ser eterno. Pra que eternidade nas loucuras que escrevi? Só para lê-las com o peito inchado de orgulho e vaidade? Isso não me cabe.. Nunca coube. Então, antes mesmo do título já vai o ponto final. E se por acaso a matéria ímpar prevalecer, ela volta num conjunto de signos diverso.

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